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      <language>pt</language>
      <pubDate>Tue, 14 Jan 2014 00:15:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[Gosto muito de violar a gramatica]]></title>
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         <description><![CDATA[&nbsp;
Gosto muito de violar a gramatica
Não respeito acentos
Faço amor com a dislexia
Cago-me para a serventia do prontuário
Passo lixivia na vesicula dos doutos mestres
Fabrico metano com dicionarios
Adorno a minha sanita com léxico
Faço ovos mexidos semânticos
Toco desacordos ortográficos
Meto a retrete na métrica
Pelo canil vai a linguística
Eh! Eh! Adoro fazer poesia!!
]]></description>
         <pubDate>Tue, 14 Jan 2014 00:15:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[poemas]]></category>
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         <title><![CDATA[O Flanco dos Cisnes]]></title>
         <link>http://ricardamelo.webnode.com.pt/news/o-flanco-dos-cisnes/</link>
         <description><![CDATA[O flanco dos cisnes
Os céus quando arrebentam enchem-se de ares.
E quando crescem são flancos.
&nbsp;
Blue, Blue
A station está blue!
Vamos ao Chiado.
Estamos numa carruagem
&nbsp;
Os céus quando rodeiam têm cabras
Elas são câmaras filtradas.
Elas são clones da humanidade.
Os anjos quando morrem vão para o céu.
Os deuses quando morrem vão para Marte.
Os homens quando morrem vão para a água,
Entupir os esgotos
E condensarem-se nos céus.
Daí dizer-se que quando se morre vai-se para o céu.
Mas a...]]></description>
         <pubDate>Sun, 19 May 2013 17:27:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[poemas]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[O vento urge]]></title>
         <link>http://ricardamelo.webnode.com.pt/news/o-vento-urge/</link>
         <description><![CDATA[
	O vento ruge

	Os meus cabelos folheiam.

	O salvador da pátria desfaleceu

	À frente 1 vendedor de títulos do tesouro

	Desvende ao desbarato.

	A Troika chegou

	A Santa Casa da Misericórdia tem a porta aberta.

	O vento ruge continuamente

	As minhas folhas permanecem imóveis.

	A árvore encandeia-se

	A esta hora os pobres vêm buscar suas sopas.

	Os bancos do jardim estão despidos.

	As casas de banho atreladas

	A esta hora chegou 1 velho à direita.

	Olha p/ a montra do relógio.

	Faz...]]></description>
         <pubDate>Sun, 11 Nov 2012 20:40:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[poemas]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Afagas-me em beijos]]></title>
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         <description><![CDATA[
	Afagas-me em beijos
	E tentas-me derrubar no átrio
	Na cama o espelho é para ti
	O cosmo flutua em planetas
	E o nosso signo são os beijos
	Afogas-me em beijos
	E tentas-me derrubar no átrio
	Queres-me pegada à cama
	Sorris, sorrio
	Digo maluquices e beijos
	Beija-me aqui no pescoço
	Suga-me beijos e risos
	Prende-me com artigos aos lençóis
	E dá-me beijos

	&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Fri, 21 Sep 2012 00:46:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[poemas]]></category>
      </item>
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         <title><![CDATA[Na loja de conveniência larguei o meu amor]]></title>
         <link>http://ricardamelo.webnode.com.pt/news/na-loja-de-conveni%c3%aancia-larguei-o-meu-amor/</link>
         <description><![CDATA[
	Na loja de conveniência
	Larguei o meu amor.
	A sair da A1,
	Lá ao pé da portagem.
	Dei vinténs ao porteiro.
	Provei ser clandestina à polícia q/ passou.
	Para a prisa me levou.
	Num avião me enfiou.
	Nas nuvens altas do destino
	A hortaliça me cheirou.
	E ai eu descarreguei
	O autoclismo do amor.
	“Metam-se na vossa vida!
	Pq a minha é de salto alto
	Que tempero com batom!”

	&nbsp;
]]></description>
         <pubDate>Fri, 21 Sep 2012 00:38:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[poemas]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[O amor é ...]]></title>
         <link>http://ricardamelo.webnode.com.pt/news/o-amor-e-/</link>
         <description><![CDATA[
	O amor é uma promessa que não se cumpre.
	Fica no desterro como anjo que perdeu a asa.
	O amor é assaltado cada vez que um mendigo tem pressa
	O amor não é um cavaleiro andante
	O amor vive no fundo do pântano
	Come orquídeas
	E dorme em pranto
	O amor é congelado
	Sobe em naves vaivém
	Soltado em buracos negros
	O amor é a linha de Sintra
	Cheio de gatunagem em cima
	O amor é o corrimão.
	O amor não é doce.
]]></description>
         <pubDate>Thu, 20 Sep 2012 23:46:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[poemas]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[O machado corta a cinta]]></title>
         <link>http://ricardamelo.webnode.com.pt/news/o-machado-corta-a-cinta/</link>
         <description><![CDATA[
O machado corta a cinta
A cinta de não se sabe quem
De quem foi à vinha
A vinha de um Zé Ninguém
&#160;
A floresta encosta o morcego
Extinto do paradeiro
Se não fosse o dinheiro
Chamaríamos o cangalheiro
&#160;
Ó Zé. Ó Zé da Marinha
Porquê foste avarento?
Não sabes que a vida é tolinha
E tu és um grande santo
Na palma da tua...]]></description>
         <pubDate>Fri, 13 May 2011 23:06:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[poemas]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[No outro dia 1 sargento veio cá a casa]]></title>
         <link>http://ricardamelo.webnode.com.pt/news/no-outro-dia-1-sargento-veio-ca-a-casa/</link>
         <description><![CDATA[
No outro dia 1 sargento veio cá a casa
Trazia as armas hidrogenias
E sorria.
Eu perguntei-lhe se ele era transgénico
Ele disse q/ não
E a conversa ficou por ai
&#160;
No outro dia veio cá 1 leão.
Assombrou-me a noite.
Foi o pesadelo q/ me acordou
Às 7 da manhã
Fui trabalhar
&#160;
No outro dia fui a outro
Dia.
&#160;
Parece mentira.
Ia ria pescaria Moradia
Dizia Comia Fazia
Fingia
&#160;
Muitos ia.
No outro dia descobri o amor.
Não existe!
É mentira.]]></description>
         <pubDate>Thu, 21 Apr 2011 00:03:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[poemas]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Il y a]]></title>
         <link>http://ricardamelo.webnode.com.pt/news/il-y-a/</link>
         <description><![CDATA[
Il y a toutjour la vie qu’on ne parle pas.
La verité.
Le courage, le dangeur, la faime, le peur, le nuit.
Toutjour il y a la.
Je pense
Toutmonde pense
Que persone ne la connaite pas.
Mais c’est frais.
Rien
Je repete rien&#160;!
Reste differente.
&#160;
La pluie qu’on pleure, c’est...]]></description>
         <pubDate>Thu, 21 Apr 2011 00:02:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[poemas]]></category>
      </item>
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         <title><![CDATA[La pauverte]]></title>
         <link>http://ricardamelo.webnode.com.pt/news/la-pauverte/</link>
         <description><![CDATA[
La pauverte.
Touts nous sommes pauvers
Parce que nous avons la solitude
Nous habite chez elle
Dans nous banque de jardin
Nous sommes comme un chat abandonné
Pour l’humanité
Nous sommes le seul
On reste seul avec rien
On ouvre les mains et elles ont beaucoup de rien
On ouvre les eux et leurs ont beaucoup de noir
Nous avons vu la nuit et restons-la
Nous avons grisse avec la grasse
Nous habite ici
Oú les dieux ont desserté ses armes.]]></description>
         <pubDate>Thu, 21 Apr 2011 00:01:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[poemas]]></category>
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