Na loja de conveniência larguei o meu amor

Na loja de conveniência
Larguei o meu amor.
A sair da A1,
Lá ao pé da portagem.
Dei vinténs ao porteiro.
Provei ser clandestina à polícia q/ passou.
Para a prisa me levou.
Num avião me enfiou.
Nas nuvens altas do destino
A hortaliça me cheirou.
E ai eu descarreguei
O autoclismo do amor.
“Metam-se na vossa vida!
Pq a minha é de salto alto
Que tempero com batom!”